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sexta-feira, 15 de novembro de 2024

Como nasceu Ibitira

Esse texto fora escrito em 1991 por uma equipe de gincana entre alunos e turmas da EE. Padre Nonô. A equipe se chamava "Star".



" Para narrar a história de Ibitira temos que ir  a Portugal, onde nasceu o senhor Faustino Gonçalves.

Quando estava completando a idade par prestar o serviço militar e, como servir o Exército Português naquela época era terrível, o moço Faustino escreveu para seu pai, senhor Bernardino que morava no Brasil, na Abadia de Pitangui, onde era Mestre de linha da Estrada de Ferro, pedindo dinheiro e encaminhamento para vir também ele e um primo.

Recebendo o dinheiro tomaram o primeiro navio para a América, só que a viagem mudou de itinerário e foram desembarcar em Cuba. Ali sofreram bastante, trabalhando, até conseguirem se comunicar de novo com Sô Bernardino, que lhes mandou mais dinheiro e eles vieram para o Brasil. No Brasil rumaram para aAbadia e Faustino arranjou trabalho e logo se casou com D. Virgínia. Mudou várias vezes morando em várias cidades como funcionário da estrada de ferro. De Formiga veio para este município, comprou terras, construiu uma boa casa, loja e armazém de secos e molhados, à beira da linha. O lugar chamava-se Desvio, por ter uma linha onde deixavam os vagões vazios, para os fazendeiros da redondeza embarcarem suas mercadorias. Era muito incômodo isso, e todos sonhavam com uma estação.

Reunindo-se aos fazendeiros o senhor Faustino liderou o movimento. Foi várias vezes a Belo Horizonte conversar com o superintendente da Estrada de Ferro Oeste de Minas (E.F.O.M.), até conseguir a ordem.

Ele e o senhor Elias Teodoro da Costa doaram o terreno para a estação, casa da guarda e imediações.

A pedra fundamental foi lançada e os operários moravam em cabanas de palha. As marmitas vinham do Hotel de Abadia e o engenheiro se hospedava nele.

Mais ou menos em 1923, inauguraram a estação com grandes festejos. Bambus fincados do lado da linha, de chave a chave, bandeirinhas cruzando no alto. As autoridades vinham no trem, que chegou arrebatando as bandeirinhas e ficando enfeitado. Vivas, palmas, discursos! Almoço para fazendeiros e autoridades e para os operários (separados).

E o nome - IBITIRA - escolhido por senhor Faustino, parece que quer dizer "Terras Altas".

O primeiro agente foi o senhor Horizontino Costa.

Em volta da estação começou a surgir o povoado. As primeiras casas: de D. Amélia Carreiro, do Tião do Flávio, a casa comercial do do senhor Carlos Chôcho de Pitangui, onde trabalhava o Joaquim da venda.

Em 1938 começaram a construção da Igreja de São Pedro, comandados pelo senhor Amâncio Ferreira de Souza, professor da escola do Açudinho, dona Zilda Caldas, dona Bina do Soné e o Padre Marciano.

Em 1936 já tinha a escola da Dona Marocas, que funcionava no Açudinho, depois passou para perto da Igreja, com o Professor Amâncio, cujos os alunos no final do curso iam em Martinho Campos requerer exames na Escola Dr. José Gonçalves. Conforme Ata, em 1939, 14 alunos foram examinados, sendo 13 promovidos, 03 como Dona Geralda Lobato com grau 9 e o senhor Raimundo, construtor de Martinho Campos.

Os primeiros professores de Ibitira foram: D. Marocas, Sr. Amâncio, José Tibúrcio, D. Conceição, dona Irani Gonzaga, Dona Erci Pereira, Dona Letícia, Dona Angelina e Antônio do Nhozinho. Mais tarde Dona Lilia, Dona Lia, Dona Lulu, Dona Diva Fernandes.

Passou depois a Escolas Combinadas, Escolas Reunidades, Grupo Escolar e Escola Estadual.

A primeira coordenadora foi Dona Geralda Lobato e o segundo foi o senhor José Geraldo Ribeiro, que conseguiu, na Fazenda do Rosário com o Dr. Euzébio, leite em pó e os vasilhames. Até os alunos não tinham merenda.

O senhor José Geraldo coordenou a escola em 1963, 1964, até abril de 1965 quando passou para Dona Zilda Soares de Souza, diretora até a aposentadoria, que muito trabalhou principalmente para a construção do prédio ecolar, indo sempre a Belo Horizonte a procura da CARPE e dos que pudessem apressar a construção.

O prédio de duas salas grandes, inaugurado a 04-04-1950 foi construído na gestão do prefeito Joaquim Pereira Duarte, sendo governador o senhor Magalhães Pinto. Em 1965, já havia duas salinhas e cozinha. Em 1967 foi elevado a Grupo Escolar recebendo o nome de Padre Nonô, vigário de Martinho Campos que muito ajudava na educação do município.. Em 1972 aumentaram o galpão. Em 1982, a 19 de março foi dada a Aula Inaugural de 5ª Série. Em 1987 inaugurou-se o novo e moderno prédio.

A escola cresce acompanhando o crescimento de Ibitira, cujas casas foram surgindo da Praça da Igreja , em direção à Estação e à Escola.

Sua principal avenida chama-se Faustino Gonçalves.

Em 1991 - Escola Estadual, de Pré a 8ª Séries; telefone, CEMIG, COPASA, ruas asfaltada e arborizadas, outras ruas calçadas , modernas residências, variadas casas comerciais .

Ibitira é o orgulho de seus filhos.

Ibitira, 16.04.1991

Fontes : D. São, D. Zilda, senhor José Geraldo, D. Maura Gonçalves.

Arquivo da Escola Estadual Dr. José Gonçalves" 

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Anos de chuvas

Meu avô já dizia, então nos anos 70/80, que a natureza tem entrelinhas que deciframos no dia-a-dia. E explicava: "São cinco anos de muita chuva e cinco anos de chuvas escassas."  E isso sempre se confirma!
Vale notar, há alguns anos, que as chuvas estavam esporádicas e os leitos dos rios e córregos baixos, além de muitas nascentes então ressecadas pelo tempo. Agora, entre 2019 e 2020 podemos ver a abundância de águas trazendo vida e eternizando a natureza tão bela de nosso Brasil.
As chuvas, porém, em alguns lugares trazem prejuízos e muito sofrimento, haja vista os acontecimentos pluviométricos nas cidades de Belo Horizonte, São Paulo e outras.
Deus, em sua onipotência, nos dá esta natureza de presente para que nossa vida seja mais confortável e serena no plano existencial enquanto habitantes da Terra. E a chuva é a vida que a natureza carrega em seu leito, transformando-se a cada dia.
Mesmo com as adversidades dos temporais, devemos sim agradecer a abundância das águas, principalmente porque, sem ela, não haveria vida!
Obs. Nas fotos abaixo, o Rio São francisco e o Rio Pará, transbordando suas águas. 


sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Reflexão da sexta-feira/Queimadas



"As queimadas correspondem a uma das técnicas agrícolas mais primitivas da história do homem. No Brasil há registros da utilização das queimadas desde o período colonial, quando já era usada para retirada da cobertura vegetal original antes do plantio e ou formação de pastagem.


Por ser uma técnica rápida e barata, ainda é muito utilizada no meio rural. Além do custo e rapidez, a queimada é considerada por alguns agricultores como uma ferramenta de fertilização do solo. Uma vez que as cinzas que restam após a passagem do fogo, seriam uma espécie de adubo natural. No entanto, este modo de limpar o terreno, na atualidade é alvo de críticas por parte de ambientalistas e técnicos.

Além da utilização das queimadas como técnica agrícola, outros fatores também provocam queimadas, especialmente nos períodos de estiagem prolongada. Vejamos:
Desmatamentos para a retirada de madeira. Queimam-se as plantas menores para facilitar o corte das árvores de médio e grande porte.
Colheita manual de cana-de-açúcar. Também com o objetivo de limpar o terreno e facilitar o corte, ainda é comum a queima em canaviais.
O vandalismo e negligência são responsáveis por desastres no Brasil e no mundo. Ainda é comum haver queimadas provocadas por cigarros acesos jogados nas margens das estradas e rodovias.
Os balões das festas juninas e os fogos de artifício utilizados em festas e comemorações são causa frequente de incêndios florestais e queimadas.
As disputas pela posse da terra motivam as queimadas criminosas em frequentes ocorrências país afora."

Há também fatores climáticos (seca, ventanias, baixa umidade, descargas elétricas) e outros que podem corroborar e formar queimadas.
Todavia o homem é um dos prinicpais responsáveis por este fenômeno e por isso deve ser educado a prevenir e não causar queimadas.
Desde as boas maneiras ecológicas do dia-a-dia até a formação do pensamento preventivo, o homem deve ser o principal defensor do meio ambiente.

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Armas para proprietários rurais

O Plenário da Câmara aprovou na noite desta quarta-feira (21), por 320 votos a 61, o Projeto de Lei 3.715/19, que autoriza a posse de arma em toda a extensão de uma propriedade rural. A medida garante ao dono de uma fazenda, por exemplo, o direito de andar com uma arma de fogo em qualquer parte de sua propriedade. Atualmente, a posse só é permitida na sede.

Durante a votação, os deputados rejeitaram uma emenda que permitiria incluir no projeto de lei um dispositivo que alteraria o Estatuto do Desarmamentopara garantir porte de arma ao proprietário rural. 

A segurança no campo foi o elemento central durante as discussões do projeto da proposta. Os defensores da proposta argumentaram que os agricultores precisam ter condições de se defender da criminalidade, enquanto os que se posicionavam contra o PL diziam que a medida poderia agravar a violência no campo.

O relator do projeto, deputado Afonso Hamm (PP-RS), disse a proposta tem o apoio do setor rural e que vai beneficiar os pequenos proprietários. “A arma, que nas mãos dos bandidos é uma ameaça à sociedade, nas mãos do cidadão de bem é garantia da paz social, porque ele vai usá-la em defesa da sua vida e de seus familiares”, disse. 

O deputado Jorge Solla (PT-BA) disse que a posse estendida vai fomentar ainda mais a violência no campo – seja contra movimentos sociais, índios ou trabalhadores. “Só quem tem a ganhar são as milícias, são os fabricantes de arma, são os que promovem a violência no campo”, disse.
(Do jornal EM/MG)
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terça-feira, 23 de julho de 2019

Perdidos na net



Usuários das redes sociais discutem sobre o nome correto de vários itens que mudam de nome de acordo com a região. 

Novamente a repercussão de dúvidas e aceitação sobre isso ou aquilo volta à tona nas redes sociais, principalmente no Twitter, sobre o nome de alguns itens comuns em nosso dia a dia como bolacha (ou biscoito), pão francês (ou pão de sal), Mexerica (ou tangerina), chup-chup (ou sacolé), corretivo (ou errorex), estilingue (ou bodoque).....
E segue a discussão....
E você? Qual nome dá aos objetos da foto acima?

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Patrimônio perdido


Nossa história sofreu uma tragédia neste fim de semana. O museu Nacional do Rio pegou fogo.
Repercussão internacional, pois muitos objetos históricos foram perdidos.
Veja alguns trechos da notícia do EM.
"O incêndio no Museu Nacional do Rio de Janeiro, situado na Quinta da Boa Vista, na capital fluminense, foi controlado apenas por volta das 3h da manhã desta segunda-feira (3/9). Porém, os bombeiros continuam no local fazendo o trabalho de rescaldo e de combate a outros focos de fogo. As informações são do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro.

História

O local foi sede da primeira Assembleia Constituinte Republicana de 1889 a 1891, antes de ser destinado ao uso do museu, em 1892. O edifício é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).


O Museu Nacional do Rio oferece cursos de extensão e pós-graduação em várias áreas de conhecimento. Para esta semana, era esperado um debate sobre a independência do país. No próximo mês, estava previsto o IV Simpósio Brasileiro de Paleontoinvertebrados no local."

terça-feira, 14 de agosto de 2018

Qualidade das estradas não acompanha aumento da frota de veículos em Minas

É o caso de nossa BR 352 (principalmente entre Abaeté e a Ponte do Rio Pará) que está em situação caótica e pode piorar em muito com a chegada do tempo chuvoso em nossa região. Um descaso com o contribuite e um risco de vida para todos que desta importante via necessita.


"Uma frota que não para de crescer – formada por veículos cada vez mais modernos, capazes de desenvolver maiores velocidades – circulando em uma infraestrutura de estradas ultrapassadas, com sinalização, pavimento e traçado deficientes, e que pouco aumenta ao longo dos anos. Esse é o retrato que emerge da terceira edição do Anuário CNT do Transporte, divulgado ontem. O resultado da equação que soma a falta de dinheiro e planejamento com a imprudência de muitos motoristas não chega a surpreender: acidentes e mortes que alimentam outro aspecto sinistro das estatísticas. Exemplo local do quadro nacional, Minas, estado de maior malha rodoviária do país, tem trechos pavimentados que não chegam a 10% do total de suas vias. E um terço dos caminhos analisados estão em condição deplorável. Quem entende do setor decreta: enquanto não houver investimento de fato, os resultados dessa combinação não vão melhorar." (Trecho extraído do EM digital).

quarta-feira, 25 de julho de 2018

Curso superior: saiba quais são as profissões que oferecem os melhores salários


Saiba quais são as profissões que oferecem os melhores salários (Educa Mais Brasil)
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a média salarial do brasileiro é de R$ 1.725. Por esse motivo, um dos fatores mais determinante na hora de escolher um curso superior é a possibilidade de se ganhar um bom salário. Um levantamento feito pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) apontou que a área de Engenharia e Sistema da Informação registram as remunerações mais altas até agora em 2018. 


No ranking do Caged, o curso que se encontra em primeiro lugar é o de Engenharia Mecânica, cujo o salário médio é de aproximadamente R$ 10 mil. O curso de Sistema da Informação se encontra em segundo lugar e apresenta um salário médio de R$ 8 mil. Na hora de escolher essas e outras graduações que são lucrativas, é bom lembrar que o perfil do profissional e os possíveis cargos que ele pode ocupar também influenciam. A remuneração depende também de fatores como região, tempo de carreira e cargo ocupado. 


O curso de Engenharia Civil também aparece na lista do Caged e o salário médio dessa área está em torno de R$ 7 mil. Isabelle Ferreira Franco, de 17 anos, está no segundo semestre desse curso e, apesar da pouca idade, diz que tomou essa decisão com muita segurança. "Sempre tive aptidão para matérias de exatas durante a minha vida escolar e também sempre me interessei pela a engenharia", conta. Isabelle admite que a remuneração também serviu como parâmetro para a sua escolha. "Não adianta gostar tanto de uma área e saber que, no futuro, você não será bem remunerado. Como também, não podemos escolher uma área que não temos afinidade. Tudo isso precisa ser colocado em uma balança na hora da escolha", considerou a estudante. 

Já a estudante de Pedagogia Beatriz Santana destaca que a remuneração é algo que nunca fez muita diferença na decisão da sua carreira. Ser professora sempre foi o seu sonho e, mesmo sabendo que essa não é uma profissão tão valorizada e com salários abaixo da média de outros cursos, ela nunca pensou em mudar de opção. "Nunca mudaria minha escolha e sei que as especializações podem valorizar ainda mais o meu trabalho", aposta. Apesar de ser apaixonada pela profissão e não pensar tanto na questão salarial Beatriz percebe o desinteresse pela área. "A minha turma tem pouquíssimos alunos. Sinto que esse número é influenciado pela questão salarial", assegurou.


A pesquisa realizada pelo IBGE também revelou que o salário é proporcional ao tempo gasto com os estudos. O levantamento descobriu que aqueles com 12 anos ou mais de estudo, ganhavam, em média, R$ 27 por hora. Portanto, quem tinha até quatro anos de estudo ganhava, em média, apenas R$ 7. Camila Queiroz, trabalha na área de Ciências Contábeis, profissão que aparece na lista do Caged, mas garante que também não pensou na remuneração ao escolher o seu curso superior. "Hoje em dia, eu gosto muito da área e não me arrependo dessa escolha. Mas o que mais pesou na hora da minha decisão, foi o fato do meu pai já ter uma empresa. Então, eu pensei em fazer um curso, em que eu pudesse ajudá-lo e deu super certo", contou animada. 


Confira dez profissões que apresentam os melhores salários de acordo com o levantamento do Caged: 

1.Engenharia Mecânica – R$ 9.245,20

2.Sistema de Informação – R$ 8.206,57

3.Engenharia Elétrica – R$ 8,140,39

4.Engenharia de Produção – R$ 7,870,96

5.Engenharia Química – R$ 7,832,92

6.Engenharia Eletrônica – R$ 7,552,11

7.Engenharia Civil – R$ 7,465,51

8.Geologia – R$ 7,345,90

9.Engenharia da Computação – R$ 6.939,40

10.Agronomia – R$ 6.874,74
(Do jornal digital EM)

terça-feira, 19 de junho de 2018

Estado privatiza hoje trechos de 3 rodovias em Minas

(Do jornal Estado de Minas)


O governo de Minas oficializa hoje a privatização de 363,95 quilômetros da malha rodoviária do estado. Às 10h30, em solenidade no Palácio da Liberdade, o governador Fernando Pimentel assinará ato de concessão da exploração por 30 anos de trechos da BR-135, da MG-231 e da LMG-754. Embora oficialmente os detalhes dos contratos ainda não tenham sido divulgados, a reportagem do Estado de Minas apurou que a concessionária será a empresa EcoRodovias Concessões e Serviços, que venceu a licitação, com a proposta de investir obrigatoriamente o montante estimado em R$ 2,057 bilhões (valor do contrato) em obras de restauração do pavimento, conservação e ampliação da capacidade das estradas, com a maior parte (mais de 60%) dos investimentos devendo ser feitos durante os primeiroscinco anos de vigência do contrato de concessão.

O maior trecho da concessão é da BR-135. São 301,2 quilômetros, do entroncamento com a BR-040 (em Curvelo) até Montes Claros (Norte de Minas). Na MG-231, são 22,65 quilômetros, partindo do entroncamento com a LMG 754 (Cordisburgo) até o entroncamento com a BR-040. Na LMG-754, a extensão é de 40,1 quilômetros, entre a área urbana de Curvelo e o entroncamento com a MG-231 (em Cordisburgo).

Conforme apurou a reportagem, por meio da Lei da Transparência, no processo de licitação e homologação consta que a tarifa básica de pedágio será de R$ 6,83, valor que tem como referência de outubro de 2017, quando foi publicado o edital de licitação. Ainda não foi divulgado quando a concessionária iniciará a cobrança e onde serão instaladas as praças de pedágio.

De acordo com o ato de homologação da concessão das rodovias, a empresa EcoRodovias deverá duplicar 136,65 quilômetros da BR-135, em dois trechos, entre a BR-040 e Corinto (93,5 quilômetros, do Km 574 a 668,85), e entre Montes Claros e Bocaiúva (42,50 quilômetros, do Km 367,5 ao km 410). A duplicação do trecho deverá ser feita nos primeiros cinco anos de concessão.

Principal ligação entre Belo Horizonte e o Norte de Minas, a BR-135 é um dos mais importantes sistemas viários do estado, sendo também usada para o transporte de carga de São Paulo em direção ao Nordeste. Embora seja da esfera federal, o trecho da rodovia entre a BR-040 e Montes Claros foi transferido para o governo do estado, com o processo de concessão sendo coordenado pela Secretaria de Transportes e Obras Públicas (Setop).

A EcoRodovias também deverá implantar 110 quilômetros de faixas adicionais (terceira faixa), com a obrigatoriedade de concluir 50% dos serviços da mesma forma dentro de cinco anos. Deverá fazer 80,2 quilômetros de acostamento, 3,4 quilômetros de contornos de trechos urbanos (na MG-231, em Codisburgo) e 6,05 quilômetros de vias laterais, além de construir 14 passarelas para pedestres, 67 paradas de ônibus, melhoria de 120 acessos e de40 interseções, entre outras intervenções.

Na homologação da licitação da concessão dos trechos rodoviários, consta ainda que a empresa licitante deverá constar em seu plano de negócios a destinação do montante de R$ 59,82 milhões, em parcelas anuais de R$ 1,994 milhão, durante as três décadas do contrato de concessão, destinados a Setop, para “cobrir despesas com a fiscalização da concessão”.

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Saiba como criar uma rede de vizinhos eficiente no WhatsApp


Poderia ser factível também em pequenas cidades como a nossda querida Martinho Campos. 

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"Uma rede formada por quatro grupos de WhatsApp – cada um com cerca de 160 pessoas – em que não circulam mensagens de “bom dia”, piadas, memes ou tretas. Como se não bastasse, as conversas entre os participantes são 100% objetivas, focadas no tema da comunidade virtual. Esse cenário soa factível? A reportagem do Estado de Minas também duvidou que ele existisse. Mas, depois de passar alguns dias inserida na rede de vizinhos do Bairro Padre Eustáquio, Região Noroeste em Belo Horizonte, pode atestar: ele é real. Segurança é o motivo que mobiliza os usuários desse canal, e de pelo menos 1.100 outras organizadas em todo o estado. O levantamento é da Polícia Militar de Minas Gerais.

Criada em 2015, a rede do Padre Eustáquio surgiu a partir de uma reunião realizada na Rua Tuiuti com alguns moradores amedrontados, após uma onda de arrombamentos de casas e veículos que ocorreu nas redondezas. O whatsApp funciona como um meio de disparar alertas sobre crimes, atitudes suspeitas, entre outros eventos que possam ameaçar aqueles que vivem na mesma localidade. Os participantes também se orientam sobre a ação da PM, além das circunstâncias em que se deve acioná-la.


"Graças à seriedade com que a tocamos, sabemos que se ele emite uma notificação no smartphone é porque o assunto é importante. Não faz sentido manter um grupo de WhatsApp sobre segurança que as pessoas vão acabar silenciando porque está cheio de 'bom dia', 'boa tarde, 'boa noite e outras amenidades"

Hamilton Xavier, de 60 anos, que participa de um Grupo Bairro Padre Eustáquio"

(Do site EM)

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Natal solidário

Vamos participar desta vitoriosa campanha!
O abadiaemfoco participa e propaga esta ideia!
Por um Natal mais humano e Feliz!


sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Mais verba para a agropecuária martinho-campense.


Boa notícia para os pequenos produtores e a agropecuária em geral do nosso município.

Foi publicado hoje , no Diário Oficial do Estado, a parceria entre a cidade de Martinho Campos e a EMATER o Programa da ATER - Assistência Técnica e Extensão Rural, que vai deste ano até 2022, num custo total de R$303.000,00.
Veja na íntegra a publicação:

25- Partícipes: Município de Martinho Campos, Emater-MG. Instrumento: Convênio nº 06/2017. Objeto: execução de um Programa de ATER – Assistência Técnica e Extensão Rural, visando o desenvolvimento rural sustentável do Município de Martinho Campos. Vencimento: 31.08.2022. Valor estimado/dotação R$303.000,00 – 02.1800. 1801.20.606.0004.2155.33704100. Data 01.09.2017

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Governo de Minas ainda não tem dinheiro para pagar 13º dos servidores

(Do jornal EM Digital - Portal Uai)
O secretário da Fazenda, José Afonso Bicalho, também informou que a escala de pagamento deste mês está sendo elaborada com base nos dados de setembro
No fim desta segunda-feira (2), o governo de Minas vai divulgar o escalonamento de salários do mês de outubro. De acordo com o secretário de Estado da Fazenda, José Afonso Bicalho, as datas ainda estão sendo definidas, a partir do fechamento das contas de setembro.
Segundo o secretário, ainda não há previsão quanto ao 13° salário do funcionalismo. "Ainda não temos o dinheiro para o 13°, mas é claro que a intenção é pagá-lo de forma integral", afirma. Ele ressalta, no entanto, que somente em dezembro o governo deve definir como será pago o benefício natalino. Uma das alternativas em estudo é conseguir a antecipação junto a algum banco.
O governo apresentou nesta segunda-feira (2) o relatório de gestão fiscal referente ao 2° Quadrimestre de 2017, enquanto servidores protestavam contra o escalonamento dos salários em frente à Cidade Administrativa. Os funcionários fecham o acesso à marginal que dá acesso à MG 10. 
Com o aumento da receita, o Estado conseguiu baixar o percentual de sua despesa de pessoal para 48,38%, abaixo dos 49% exigidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal.
Apesar disso, Bicalho destacou ainda não ser possível contratar novos funcionários e nem conceder aumentos. Isso inclui também o aumento para os servidores da educação.

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Governo, novamente, atrasa pagamento do funcionalismo

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Servidores do governo de Minas Gerais não receberam nesta quinta-feira (21) a segunda parcela de seus salários. Por meio de nota, a Secretaria de Estado de Fazenda (SEF) admitiu o atraso nos depósitos.
“Apesar do esforço do governo estadual em cumprir o organograma da escala de pagamentos, não foi possível depositar, nesta quinta-feira, 100% dos valores referentes à segunda parcela dos salários dos servidores do Executivo, em função de fluxo de caixa insuficiente”, disse a pasta.
O parcelamento dos salários ocorre desde fevereiro de 2016. As remunerações de até R$ 3.000 são pagas integralmente, os vencimentos de até R$ 6.000 são pagos em duas parcelas e, os servidores que recebem acima desse valor têm o pagamento parcelado em três vezes.
Revoltado com a situação, um servidor de Diamantina, que atua na área de segurança, procurou a reportagem para denunciar o descaso do governo com o funcionalismo. "É um absurdo essa situação. Enquanto isso, servidores do Legislativo e do Judiciários recebem em dia e com reajustes", afirmou.
(Do jornal O Tempo)

Pior que a propaganda que está a rodar por aí é que "Minas vai bem"!
Aperte 13 e confirme!

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Estado não paga piso nacional, e sindicato faz oposição ‘light’


Uma das principais promessas de campanha que elegeram Fernando Pimentel (PT) ao Palácio Tiradentes está sendo descumprida. O reajuste anual definido pelo Ministério da Educação sobre o piso nacional dos professores, retroativo a janeiro de 2017, ainda não foi pago, e não há previsão de pagamento. A presidente do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE), Beatriz Cerqueira, que esteve entre os mais fortes cabos eleitorais de Pimentel em 2014 reconhece o problema e critica o governo. No entanto, a postura do sindicato agora é diferente daquela de quando lidava com a gestão do PSDB no governo do Estado. Apesar das queixas, o Sind-UTE descarta a possibilidade de uma greve.

Em 2011, na gestão de Antonio Anastasia (PSDB), o não pagamento do piso nacional aos professores da rede estadual levou os docentes, liderados por Beatriz Cerqueira, a protagonizar a mais longa greve da história. Foram 112 dias de paralisação em todo o Estado.

A crise na educação foi o principal mote da campanha vitoriosa de Pimentel em 2014, encerrando um ciclo de quase 12 anos de poder do PSDB em Minas.

“O governo, neste momento, descumpre justamente o acordo do piso, que é de 7,64%, que deveria ser retroativo a janeiro e, até a presente data, não apresentou nem o projeto de lei, nem uma perspectiva em relação a isso”, afirmou Beatriz Cerqueira, durante lançamento, nessa segunda-feira (28), da campanha contra o pacote de privatizações do presidente Michel Temer.

O secretário adjunto de Educação, Wieland Silberschneider, reconheceu o problema e explicou que o Estado ultrapassou o índice máximo da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). “Temos uma restrição legal, mas reafirmo o compromisso de implantação desse quesito quando forem superadas as condições impeditivas”, argumenta Silberschneider.

Rosário. Agora no poder, o mesmo governo apoiado pela sindicalista e coordenadora da Central Única dos Trabalhadores de Minas (CUT-MG) pretende lançar um edital de Parceria Público-Privada (PPP) para a construção de 128 escolas estaduais. Beatriz critica a iniciativa e diz que toda a gestão passaria a ser assumida por empresas, terceirizando serviços de alimentação e biblioteca, o que o secretário adjunto negou ser verdade. “As empresas cuidarão da manutenção física das escolas”, disse Silberschneider.

“O governo reclama da situação financeira, mas quero lembrar que a educação tem verbas próprias. A cota salário-educação, que foi de R$ 2 bilhões, o governo fez a opção de jogar num fundo de privatização. Esses recursos poderiam ser usados para pagar servidores administrativos e os de manutenção da educação”, contestou.

Beatriz também criticou a falta de compromisso do governo em cumprir os prazos do escalonamento dos salários. “Não há um diálogo, não há uma informação. Tirar da professora aposentada para pagar quem ganha R$ 40 mil é um tamanho desrespeito”, reagiu Beatriz.
(Do jornal O Tempo)

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Quatro a cada dez professores já foram agredidos no Estado


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(Do jornal O Tempo)
Nas escolas da rede estadual de Minas, 43,8% dos professores já sofreram alguma agressão física, verbal ou psicológica por parte de alunos. É o que revela uma pesquisa feita pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) para o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação de Minas Gerais (Sind-UTE-MG) e que será divulgada em outubro. 

O dado, segundo a presidente do Sind-UTE, Beatriz Cerqueira, é alarmante. Na avaliação dela, apesar da aprovação da Lei Estadual 22.623/2017, que estabeleceu medidas para coibir a violência nas escolas estaduais há cerca de um mês, ainda faltam medidas para evitar que o docente seja agredido pelos alunos. “A pesquisa deixa claro que existe uma subnotificação. Há uma dificuldade de se fazer um Boletim de Ocorrência em casos de agressão dentro da escola”, afirmou. Os dados são anteriores à aprovação da lei. Registrar o BO é uma das exigências da nova legislação.

Desabafos.O tema voltou a ganhar força terça (22), depois que uma professora de Santa Catarina denunciou nas redes sociais ter sido agredida com socos por um aluno de 15 anos. Quarta (23), o Ministério Público afirmou que deve pedir a internação do adolescente. Ele tem histórico de agressão à mãe, evasão escolar e ligação com drogas.

Em Minas, professoras que já sofreram com a violência relatam o trauma que não passa. A professora Zenolia Ruthner, 44, ainda se emociona quando relembra a agressão que a fez abandonar a rede estadual, há quase dez anos. O caso aconteceu depois que os professores negaram o pedido de um aluno para trocar de sala. “Dei o azar de ser a primeira que ele viu depois da decisão. Fui cercada no pátio por um grupo de alunos. Me seguraram e ele me deu um soco, que pegou no meu braço e me fez cair no chão. Quase bati a cabeça”, contou.

Apesar de ter chamado a polícia, ela afirmou que não recebeu apoio, nem da direção da escola, nem do Estado. Hoje, Zenolia está em desvio funcional permanente, o que quer dizer que não poderá mais dar aulas. “A agressão me roubou o que eu mais gostava, que era lecionar”, lamentou.

Outra professora, que trabalhava na rede estadual e pediu para não ser identificada, se lembra da agressão que sofreu há oito anos sempre que olha para a mão. “O menino queria bater no colega. Eu não deixei, e ele jogou uma cadeira em cima de mim. Até hoje eu tenho a cicatriz do ferimento”, contou. Ela disse que até mesmo as famílias ameaçam e agridem os professores quando discordam de alguma decisão deles.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Aniversário do Simba!

Neste último fim de semana o nosso "Simba" completou mais um mês de vida (10 no total). Ele é muito bagunceiro, todavia é também um xodó!



Não raro se escuta alguém chamando o Golden Retriever de “Labrador de pelos longos”, ou fazendo qualquer comparação entre as raças. De fato, embora tenham muitas similaridades, o Golden Retriever também possui muitos fatores que o diferenciam do Labrador, como o temperamento mais calmo e uma melhor adaptação à vida em apartamentos. As qualidades e a popularidade deste cão fizeram com que ele fosse usado como animal de trabalho, como cães policiais e de resgate, além de serem utilizados para assistir cadeirantes e cegos. Conheça melhor esta raça que é cada vez mais popular no Brasil.

O Golden Retriever é uma raça razoavelmente nova. Sua origem teve início na Escócia, em torno de 1800, quando a necessidade por cães de busca estava em alta. Um homem chamado Lord Tweedmouth concluiu que era necessário um cão rápido para alcançar a caça, delicado para não destruí-la no caminho, e que tivesse resistência o suficiente para encarar o mar gelado se fosse necessário, além de avançar em uma vegetação densa. Assim, desenvolveram-se cruzamentos entre cães das raças Labrador, Flat Coat, Setter Irlandês e outros. Os filhos de Lord Tweedmouth levaram filhotes da nova raça para a América em 1900, e em 1912 a AKC reconheceu o Golden Retriever como uma nova raça pura. A valorização da raça deu-se devido às suas habilidades de caça e, posteriormente, tornou-se popular como animal de estimação, cão de exposição e um competidor em obediência.

O nosso Simba não gosta muito de tomar banho. Mas sempre levamos ele no "Pet" para que seja feita a lavação!
E é isso galerinha do blog. Hoje ficamos sabendo um pouco mais da raça do nosso amigo Simba!

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Aumento do salário mínimo aprovado

O salário mínimo em 2018 será de R$ 979. O reajuste de 4,5% está previsto na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), sancionada pelo governo e publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (9). Com isso, o salário mínimo que atualmente é de R$ 937, terá um aumento de R$ 42.
Sancionada com vetos, a LDO estabelece metas e prioridades do governo para o próximo ano e orienta a elaboração da lei orçamentária anual. 
(Fonte - Jornal digital O Tempo)
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