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segunda-feira, 20 de maio de 2019

Dia do apicultor

Nesta semana, precisamente no dia 22, comemoraremos o dia do apicultor.
O apicultor cria abelhas por hobby ou para comercializar os produtos que são extraídos da colmeia como mel, cera, própolis e geleia real. A apicultura é uma das atividades mais lucrativas da pecuária, e o clima brasileiro é favorável ao cultivo.
Origem do Dia do Apicultor
O Dia do Apicultor é celebrado no dia 22 de maio porque é no mesmo dia de Santa Rita de Cássia, conhecida por ser padroeira do apicultores.
Parabéns a todos apicultores de nossa região.
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Uso dos porquês

Professor Pasquale responde:


"Por que" separado

“O ‘por que’ separado sempre pode embutir a palavra ‘razão’ ou a palavra ‘motivo’”, explica o professor.
Isso vale para perguntas diretas - “Por que você não foi?" vira "Por que razão você não foi?" e "Por que você não pagou a conta?" vira "Por que motivo você não pagou a conta?".
E também para frases terminadas com ponto final - “Você sabe por que eu ajo assim” vira “Você sabe por qual razão eu ajo assim” ou “Você sabe por qual motivo eu ajo assim”.
“E existe ainda um outro ‘por que’ separado", acrescenta Pasquale. “Lembra aquela música? ‘Só eu sei as esquinas por que passei’, lembra?”.
Com esse exemplo, ele explica que o “por que” também é separado quando equivale a "pelo qual", "pela qual", "pelos quais", "pelas quais".
No caso da música, a letra também poderia ser: “Só eu sei as esquinas pelas quais passei”.

"Porque" junto

O “porque” junto é uma conjunção que indica causa, motivo, justificativa ou explicação.
Um exemplo: "Eu não fui porque estava doente".
De acordo com o professor, "Porque estava doente" é a oração que indica a razão pela qual ele não foi.
Nesses casos, o “porque” é junto e sem acento.
Com isso, é possível existir “porque” junto mesmo em frases que terminam com interrogação, como esta: “Será que ela está chateada comigo porque eu não fui ao aniversário dela?”
Alguns professores recomendam tentar trocar o "porque" junto por "pois". Se der certo, está correto o uso do "porque" junto.

"Por quê" separado com acento

O “por quê” separado e com acento é um “por que” separado localizado antes de uma pausa na fala ou na escrita.
“É preciso que haja uma pausa, um ponto final, um ponto de interrogação..." explica Pasquale.
Exemplo: “Por quê?”
Só isso. É o mesmo que perguntar "Por qual razão?", "Por qual motivo?".
De acordo com o professor, esse "quê" vira tônico na entonação. Assim, quando há um “por que” separado encerrando uma frase, ele ganha o acento e passa a ser “por quê”.

"Porquê" junto com acento

Nesse caso, o “porque” vira sinônimo da palavra "motivo".
O professor exemplifica: “Qual é o porquê de tanta tristeza?".
É o mesmo que perguntar “Qual é o motivo de tanta tristeza?".
(Reportagem: Paula Reverbel)

domingo, 19 de maio de 2019

Atlético vence

O Atlético Mineiro venceu mais uma partida. Desta vez contra o Flamengo. Foi um jogo muito difícil e ainda tivemos uma expulsão (Elias) o que quase comprometera o andamento do confronto.
Mas, enfim, vencemos e agora estamos na vice liderança do campeonato.
O importante é manter a pegada e ganhar mais partidas para alavancar o posto mais alto.
Sempre com fé e esperança.
Vamos que vamos Galo.

sábado, 18 de maio de 2019

Política

Tenho visto muito, principalmente em redes sociais, o antagonismo entre "esquerda" e "direita" em nosso país, dividindo muitas pessoas, inclusive famílias e induzindo muitos à agressividade verbal.
Muitos assuntos tratados como sérios são Fake News e portanto irrelevantes. Todavia, muitas coisas são reais e precisam sim serem debatidas e cobradas do governo, seja ele federal, estadual ou municipal.
Interessantre que muitos ali são "doutores " em todos os temas (educação, saúde, agricultura, economia...) pois formulam respostas e/ou copiam da internet como se fossem unanimidade. Contestados se iram contra os contestadores. Muito triste isso, pois demonstra nossa falta de maturidade em se tratando de política.
A internet e consequentemente todas as mídias sociais deveriam ser uma ferramenta de auxílio para nosso desenvolvimento e não uma arma para destilarmos veneno.
Cobrar sim, mas ofender jamais.
Inquietante é que cada passo que o presidente dá, cada palavra e cada ação são tratados como adversidades e ele está sempre na mira da mídia (muitas vezes com armações e palavras colocadas), parecendo que ele nem humano é. Óbvio que ele tem ideias que não concordamos. Todavia isso pode ser revisto nas votações da Câmara e do Senado. E se ele persistir em erros, "Impeachment.."
Mas a verdade é que devemos esperar o tempo e as ações positivas certamente virão para o Brasil, Minas e nossas cidades. 
Também é necessário vigiar e cobrar de nossos deputados para que votem no que é certo e vetem no que for errado. Assim se constrói uma democracia.
Enfim, devemos deixar de lado desavenças e "mimimi" por causa de eleições e antagonismos políticos. Pois o país precisa crescer e voltar a funcionar. Temos milhões de brasileiros esperançosos com um futuro melhor.

Destarte, pratiquemos a política e que a máquina à nossa frente seja um instrumento de debates, amizades e diversão.
E viva o Brasil!

Esse Geriowaldo...


Os dois amigos mais famosos da Badia (Zé Cagueiteiras e Geriwaldo) vão a uma empresa de sabão em busca de emprego. Na hora da entrevista oZé é perguntado:
- O que você sabe fazer?
E o Zé responde:
- Não sei fazer nada.
O entrevistador pergunta ao outro:
- E você, o que faz?
E o geriowaldo responde responde:
- Sou o ajudante dele.
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O rapaz apaixonado diz para sua amada:
- Eu posso não ser rico, não ter dinheiro, apartamentos de luxo, carros importados ou empresas, como o meu amigo Geriowaldo (o herói da Badia), mas te amo muito, você é minha vida.
Ela o observa, com lágrimas nos olhos, o abraça e diz bem baixinho no ouvido dele:
- Se você me ama de verdade, me apresente este Geriowaldo.
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Geriowaldo e o compadre Zé Cagueiteria conversando:

_  Eu frequento a academia tem mais de um ano! Dizia o Gê!
O Zé assustado pergunta:
- E por que você continua tão gordo?
- Ora, porque eu não faço os exercícios, só frequento mesmo.


Momento nostalgia/Pesacaria na fazenda do Paulo do "Sinhô"

Nos anos 90, a galera da badia tinha inúmeras opções de diversão por aqui. E nossa turma não ficava atrás (os Anjos do Inferno). 
Uma das diversões do fim de semana mais envolvente era, sem dúvida, a pescaria no Velho Chico, precisamente onde o Rio faz a curva lá na fazenda do Paulo do "Sinhô".
A gente se reunia , montava os apetrechos e pegava as iscas, rumando para as águas "piscosas" do Velho Chico.
Lá chegando, adentrávamos na canoa e pescávamos muitos mandis. Às vezes umas "curvinas", umas "vovozinhas" e umas piabinhas.
Depois passávamos na casa do Paulo e junto com o Júlio, seu filho, batíamos um "cartiado" de truco , bebericando umas até altas horas.
Tinha dia que até o Olavo do Zé do Zeca ia também, contar seus causos para nós.
Uma diversão sadia e muito prazerosa.
E para lembrar ainda mais daqueles tempos, vamos ouvir dois sucessos da época de presente para vocês.



Agora a nacional