terça-feira, 24 de dezembro de 2019

Do Capão do Zezinho ao Deus me Livre.....

Do Capão do Zezinho, aldeia Caxixó, até o Deus me Livre na divisa com Bom Despacho; do Lambari até a ponte do São Francisco indo para Abaeté; do encontro das águas (Pontal) até proximidades do Urucum (depois de Boa Vista) ; enfim, em toda Martinho Campos: que este Natal e Ano Novo sejam para nós bençãos de saúde, paz e alegrias mil!
Um Feliz Natal e um próspero Ano Novo a todos! São os votos do abadiaemfoco!

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

E o nosso futebol?

Num ano cheio de novidades e mudanças no cenário esportivo, os três grandes times de Minas tiveram um comportramento pífio, mediano e trágico, para não citar nomes mais desastrosos para o período.
o Galão da Massa passou um ano com aproveitamento mínimo de 60% , tendo a única alegria a permanência na elite do futebol brasileiro. O América, começou mal, cresceu durante a competição e quase voltou à séire A do campeonato. E o Cruzeiro, melancolicamente (se bem que por seus próprios erros) fora rebaixado para a segunda divisão, deixando Minas Gerias com um representante apenas.
Todos deverão fazer uma reflexão neste fim de ano e mudar da água pro vinho, desde a base até os dirigentes, pois senão a coisa poderá desandar ainda mais no próximo ano.
Nosso futebol não merecia um ano assim! Mas que seja e vamos em frente, pois o tempo não para!

sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

Reflexão da sexta-feira

"Não possuir algumas das coisas que desejamos, é parte indispensável da felicidade."

domingo, 1 de dezembro de 2019

Lucas 15/Em dia com a Bíblia



E Chegavam-se a ele todos os publicanos e pecadores para o ouvir.
E os fariseus e os escribas murmuravam, dizendo: Este recebe pecadores, e come com eles.
E ele lhes propôs esta parábola, dizendo:
Que homem dentre vós, tendo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove, e vai após a perdida até que venha a achá-la?
E achando-a, a põe sobre os seus ombros, jubiloso;
E, chegando a casa, convoca os amigos e vizinhos, dizendo-lhes: Alegrai-vos comigo, porque já achei a minha ovelha perdida.
Digo-vos que assim haverá alegria no céu por um pecador que se arrepende, mais do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento.
Ou qual a mulher que, tendo dez dracmas, se perder uma dracma, não acende a candeia, e varre a casa, e busca com diligência até a achar?
E achando-a, convoca as amigas e vizinhas, dizendo: Alegrai-vos comigo, porque já achei a dracma perdida.
Assim vos digo que há alegria diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende.
E disse: Um certo homem tinha dois filhos;
E o mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me pertence. E ele repartiu por eles a fazenda.
E, poucos dias depois, o filho mais novo, ajuntando tudo, partiu para uma terra longínqua, e ali desperdiçou os seus bens, vivendo dissolutamente.
E, havendo ele gastado tudo, houve naquela terra uma grande fome, e começou a padecer necessidades.
E foi, e chegou-se a um dos cidadãos daquela terra, o qual o mandou para os seus campos, a apascentar porcos.
E desejava encher o seu estômago com as bolotas que os porcos comiam, e ninguém lhe dava nada.
E, tornando em si, disse: Quantos jornaleiros de meu pai têm abundância de pão, e eu aqui pereço de fome!
Levantar-me-ei, e irei ter com meu pai, e dir-lhe-ei: Pai, pequei contra o céu e perante ti;
Já não sou digno de ser chamado teu filho; faze-me como um dos teus jornaleiros.
E, levantando-se, foi para seu pai; e, quando ainda estava longe, viu-o seu pai, e se moveu de íntima compaixão e, correndo, lançou-se-lhe ao pescoço e o beijou.
E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu e perante ti, e já não sou digno de ser chamado teu filho.
Mas o pai disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa; e vesti-lho, e ponde-lhe um anel na mão, e alparcas nos pés;
E trazei o bezerro cevado, e matai-o; e comamos, e alegremo-nos;
Porque este meu filho estava morto, e reviveu, tinha-se perdido, e foi achado. E começaram a alegrar-se.
E o seu filho mais velho estava no campo; e quando veio, e chegou perto de casa, ouviu a música e as danças.
E, chamando um dos servos, perguntou-lhe que era aquilo.
E ele lhe disse: Veio teu irmão; e teu pai matou o bezerro cevado, porque o recebeu são e salvo.
Mas ele se indignou, e não queria entrar.
E saindo o pai, instava com ele. Mas, respondendo ele, disse ao pai: Eis que te sirvo há tantos anos, sem nunca transgredir o teu mandamento, e nunca me deste um cabrito para alegrar-me com os meus amigos;
Vindo, porém, este teu filho, que desperdiçou os teus bens com as meretrizes, mataste-lhe o bezerro cevado.
E ele lhe disse: Filho, tu sempre estás comigo, e todas as minhas coisas são tuas;
Mas era justo alegrarmo-nos e folgarmos, porque este teu irmão estava morto, e reviveu; e tinha-se perdido, e achou-se.

O homem e a bebida...

O Geryowaldo (herói da Badia) chega no bar centreal na Badia de Pitanguy e diz para o dono:
- Eu quero um copo de cachaça.
O dono serve a bebida e o Geryowaldo pega um canudo no bolso e coloca no copo. O dono então pergunta:
- Você não está muito grandinho pra usar canudo?
E o Geryowaldo responde:
- É que eu prometi para minha mulher que nunca mais colocaria a boca em um copo de cachaça.

Momento Nostalgia/Dezembro/Bailinhos na CNEC

Em tempos áureos aqui na Badia a garotada gostava mesmo era da chegada de dezembro. Não somente por ser o mês de férias escolares, mas também pelas chuvas, viagens, Natal e Ano Novo! Sim, era (e é) um mês muito festejado entre nós.
Outrora, a chegada do Dezembro também coincidia com os bailinhos de formatura das escolas "Dalila Vieira" e "CNEC" (Atual Escola Municipal Geraldo de Assis). Quase sempre realizados no salão de festas da então Escola da Comunidade Nossa Senhora da Abadia (CNEC) e com bandas de alta performance como a Banda Brasil 70, Banda Coma, Banda Crysp, Banda Phendas entre outras.
O baile era, resumidamente, assim: começava com um rock maneiro e passava para um mais pesadão fazendo a galerinha dançar muito. Depois tinha uma pausa e vinham as melodias para dançarmos de rosto colado. Era uma maravilha. 
Estes bailes marcaram a época aqui na Badia. 
E para lembrar ainda mais daquele tempo saudoso, vamos ouvir dois sucessos que sempre eram cantados nos bailinhos da Escola!

Agora a nacional (com participação internacional)