A criatividade humana supera limites o tempo todo. Nada há no mundo que o homem não possa tentar mudar, fabricar ou destruir. Falo isso porque hoje, ao ver um vídeo enviado por um amigo do abadiaemfoco fiquei boquiaberto com tamanha imaginação de um sujeito, trabalhador por sinal, que nas horas vagas gosta de brincar com seu instrumento de trabalho.
Em tempos de crise na Europa, eleições no Brasil e nos EUA creio que esse vídeo sirva de inspiração a muitos candidatos para tentar agradar o público. Até acho que o vídeo foi elaborado por algum torcedor atleticano , feliz com a contratação do R10, agora R49. Não sei se rio ou se choro.....
Novo camisa 10 do Galo é apresentado com humildade, porém com muita vontade de vencer e dar a volta por cima. Os torcedores alvinegros agradecem e prometem ajudá-lo.
Poucas horas depois de o repórter da Rádio Estadão ESPN Eduardo Affonso ter dado a informação sobre a contratação de Ronaldinho Gaúcho pelo Atlético-MG, no meio da tarde desta segunda-feira veio a oficialização: antes mesmo do anúncio da diretoria do time mineiro, o meio campista vestiu o uniforme alvinegro e treinou com os novos companheiros na Cidade do Galo, confirmando o negócio.
Enquanto no Flamengo o jogador era acusado de não se dedicar aos treinamentos, no Atlético ele tratou de trabalhar cedo. A nova estrela atleticana tirou fotos com fãs dentro do CT, bateu bola com o time e fez exercícios físicos. Agora é encher os estádios e levar o Galo de Minas ao topo do Brasil Seja bem-vindo Ronaldinho Gaúcho, Minas Gerais te recebe com alegria!
Cumprindo nosso papel de cidadão o abadiaemfoco vem lembrar a todos que o dia mundial do meio ambiente, comemorado em 05 de junho, não é uma data apenas do dia. É um dia para se tornar diário, ou seja, todo dia é dia do meio ambiente, todo dia é dia do ser humano, porque um não vive sem o outro.
Nós de Martinho Campos temos umas das paisagens mais bonitas da região. Somos banhados por quatro rios e diversos córregos, temos uma fauna impressionante e nossas terras são férteis. Mas tudo isso pode se perder ou se acabar. Precisamos preservar o que temos para que nossos netos e bisnetos vivam e façam parte desse maravilhoso meio ambiente.
Mas nem tudo são flores. Temos também várias mazelas ambientais como a poluição do córrego do Bambé e do Rio Picão, o assoreamento de partes de nossos rios Pará e São Francisco, o desmatamento desenfreado em alguns pontos do município e a constante perda de matas ciliares. Além é claro do Lixão de Ibitira, que apesar de ser considerado um aterro sanitário ainda precisa de muito esforço para que realmente elimine o lixo de maneira sustentável.
Em se tratando do cidadão, em face da vida moderna, os prejuízos ainda estão maiores. Uma enorme quantidade de lixos é descartada todos os dias, como sacos, copos e garrafas de plástico, latas de alumínio, vidros em geral, papéis e papelões, causando a destruição da natureza e a morte de várias espécies de animais.
A política de reaproveitamento do lixo ainda é muito fraca, não temos uma coleta seletiva; o que aumenta a poluição, pois vários tipos de lixos tóxicos, como pilhas e baterias são descartados de qualquer forma, levando a absorção dos mesmos pelo solo e a contaminação dos lençóis subterrâneos de água.
É importante que a população seja conscientizada dos males causados pela poluição do meio ambiente, assim como de políticas que revertam tal situação.
E cada um pode cumprir com o seu papel de cidadão, não jogando lixo nas ruas, usando menos produtos descartáveis e evitando sair de carro todos os dias. Se cada um fizer a sua parte, o mundo será transformado e as gerações futuras viverão sem riscos.
Uma luta deste escritor sempre foi de preservar as coisas aqui da "Badia" para que fossem vistas e estudadas por todos. Mas ideias e concretizações são itens distantes uns dos outros quando precisamos do Poder Público para realizá-las. Urge aqui em nossa cidade a criação de um museu.
Neste último final de semana, em visita à vizinha Pompéu - do ilustre vereador Experidião Porto, vi o museu (foto acima) daquela cidade, recentemente criado e muito bonito por sinal. Uma evolução na vida dos pompeanos e da região que, agora, podem resgatar as coisas de sua cultura. Uma boa iniciativa.
Possível de se realizar, travo uma luta ferrenha há vários anos (várias legislaturas) juntamente com outros pensadores deste município, para que consigamos um espaço para a criação de um museu da "Badia".
Um museu é, na definição do International Council of Museums (ICOM, 2001), "uma instituição permanente, sem fins lucrativos, a serviço da sociedade e do seu desenvolvimento, aberta ao público e que adquire, conserva, investiga, difunde e expõe os testemunhos materiais do homem e de seu entorno, para educação e deleite da sociedade".
Os museus tiveram origem no hábito humano do colecionismo, que nasceu junto com a própria humanidade. Desde a Antiguidade remota o homem, por infinitas razões, coleciona objetos e lhes atribui valor, seja afetivo, cultural ou simplesmente material, o que justifica a necessidade de sua preservação ao longo do tempo. Milhares de anos atrás já se faziam registros sobre instituições vagamente semelhantes ao museu moderno funcionando. Entretanto, somente no século XVII se consolidou o museu mais ou menos como atualmente o conhecemos. Depois de outras mudanças e aperfeiçoamentos, hoje os museus, que já abarcam um vasto espectro de campos de interesse, se dirigem para uma crescente profissionalização e qualificação de suas atividades, e se caracterizam pela multiplicidade de tarefas e capacidades que lhes atribuem os museólogos e pensadores, deixando de ser passivos acúmulos de objetos para assumirem um papel importante na interpretação da cultura e na educação do homem, no fortalecimento da cidadania e do respeito à diversidade cultural, e no incremento da qualidade de vida.
Aqui em Martinho Campos há uma carência neste sentido, pois não temos museus e possuímos uma história instigante e bela, além de diversos materiais que poderiam vir a propagarem a cultura desta terra tão abençoada por Deus. Vejamos as coisas da linha férrea, as coisas da Igreja Católica, as coisas dos tropeiros e dos carreiros, as coisas da usina, as coisas da CNEC, do Dalila Vieira ... e por aí vai.
Que nossos amigos internautas divulguem a ideia para que tenhamos essa riqueza em nossa cidade. O abadiaemfoco também luta pela cultura abadiense e da região.
Um velho carpinteiro estava pronto para se aposentar.
Ele informou ao chefe seu desejo de sair da indústria de construção e passar mais tempo com sua família.
Ele ainda disse que sentiria falta do salário, mas realmente queria se aposentar.
A empresa não seria muito afetada pela saída do carpinteiro, mas o chefe estava triste em ver um bom funcionário partindo e ele pediu ao carpinteiro para trabalhar em mais um projeto como um favor.
O carpinteiro concordou, mas era fácil ver que ele não estava entusiasmado com a ideia.
Ele prosseguiu fazendo um trabalho de segunda qualidade e usando materiais inadequados.
Foi uma maneira negativa dele terminar sua carreira.
Quando o carpinteiro acabou, o chefe veio fazer a inspeção da casa.
E depois ele deu a chave da casa para o carpinteiro e disse:
"Essa é sua casa. Ela é o meu presente para você".
O carpinteiro ficou muito surpreso. Que pena!
Se ele soubesse que ele estava construindo sua própria casa, ele teria feito tudo diferente.
O mesmo acontece conosco. Nós construímos nossa vida, um dia de cada vez e muitas vezes fazendo
menos que o melhor possível na construção.
Depois com surpresa nós descobrimos que nós precisamos viver na casa que nós construímos.
Se nós pudéssemos fazer tudo de novo, faríamos tudo diferente.
Mas não podemos voltar atrás.
Você é o carpinteiro.
Todo dia você martela pregos, ajusta tábuas e constrói paredes.
Alguém disse que "A vida é um projeto que você mesmo constrói".
Suas atitudes e escolhas de hoje estão construindo a "casa" que você vai morar amanhã.
Construa com Sabedoria!
* * * * * *
Pr Valtair Freitas - Do livro: "Nos Laços do Calvário"
O
mês de junho chegou e com ele, além do frio, chegam também as festas juninas,
patrimônio de nossa tradição cristã e histórica. Realizadas em todo Brasil, as
festas são alegres, carismáticas e coloridas.
Aqui
na Badia temos vários festejos neste mês como, por exemplo, a Festa de Santo
Antônio em Boa Vista, o terço de São João do Ki Joia, as Festas Juninas das
escolas... Todas regadas com deliciosas guloseimas típicas: pipoca, caldos,
churrasquinho, cocada, pé-de-moleque, quentão e muita diversão.
A
quadrilha (não aquela do Cachoeira) e o forró trazem muito ritmo para os
festejos juninos assim como o casamento na roça alegra a todos.
O
abadiaemfoco, atuante na cultura local, não podia deixar de postar aqui uma
pequena explanação da história destas festas.
“Na
época da colonização do Brasil, após o ano de 1500, os portugueses introduziram
em nosso país muitas características da cultura europeia, como as festas
juninas. Mas o surgimento dessas festas foi no período pré-gregoriano, como uma
festa pagã em comemoração à grande fertilidade da terra, às boas colheitas, na
época em que denominaram de solstício de verão. Essas comemorações também
aconteciam no dia 24 de junho, para nós, dia de São João. Essas festas eram
conhecidas como Joaninas e receberam esse nome para homenagear João Batista,
primo de Jesus, que, segundo as escrituras bíblicas, gostava de batizar as
pessoas, purificando-as para a vinda de Jesus.Assim, passou a ser uma
comemoração da igreja católica, onde homenageiam três santos: no dia 13 a festa
é para Santo Antônio; no dia 24, para São João; e no dia 29, para São Pedro.Os
negros e os índios que viviam no Brasil não tiveram dificuldade em se adaptar
às festas juninas, pois são muito parecidas com as de suas culturas.Aos poucos,
as festas juninas foram sendo difundidas em todo o território do Brasil, mas
foi no nordeste que se enraizou, tornando-se forte na nossa cultura. Nessa
região, as comemorações são bem acirradas – duram um mês, e são realizados
vários concursos para eleger os melhores grupos que dançam a quadrilha. Além
disso, proporcionam uma grande movimentação de turistas em seus Estados,
aumentando as rendas da região.Com o passar dos anos, as festas juninas
ganharam outros símbolos característicos. Como é realizada num mês mais frio,
enormes fogueiras passaram a ser acesas para que as pessoas se aquecessem em
seu redor. Várias brincadeiras entraram para a festa, como o pau de sebo, o
correio elegante, os fogos de artifício, o casamento na roça, entre outros, com
o intuito de animar ainda mais a festividade.As comidas típicas dessa festa
tornaram-se presentes em razão das boas colheitas na safra de milho. Com esse
cereal são desenvolvidas várias receitas, como bolos, caldos, pamonhas,
bolinhos fritos, curau, pipoca, milho cozido, canjica, dentre outros.”
Quem não se lembra da musiquinha junina mais famosa: "Com a filha de João, Antônio ia se casar, mas Pedro fugiu com a noiva, na hora de ir pro altar..."
Nos anos 80, não me lembro muito bem a data certa, o Tip Top
era onde, antigamente, ficava o Cine Abadia e onde hoje se encontra a loja Ômega Byte.
“Point” da rapaziada legal e local apropriado para dançar,
curtir e até namorar, o Tip Top naquele endereço foi palco de várias histórias que marcaram
muitas vidas. E é justamente uma destas histórias que vou narrar. Não se trata
de um causo, pois aconteceu realmente, na verdade, com certeza, verídico. Só
não posso vestir o santo por questões estritamente éticas e profissionais.
Haveria num sábado um concurso de “discoteca”. Isso mesmo.
Quem dançasse melhor ganharia um prêmio e status de John Travolta . Por que
John Travolta? Porque na época o sucesso era Grease, Nos embalos de sábado à noite... Todo
mundo queria rebolar que nem o John Travolta, mas poucos conseguiam!
Alguns jovens se inscreveram, dentre eles o “escrevinhador”
deste blog, alguns amigos do antigo bloco “Anjos do Inferno” e várias outras
figurinhas desta terra abençoada.
Ensaiávamos sempre às quartas-feiras ao som do MC Liga. Tudo
estava bem preparado para a grande noite.
Um desses concorrentes, querendo se vestir idêntico ao ídolo
(camisão preto com uma camiseta branca sem mangas por baixo) se desesperou ao
ver que não tinha uma camiseta branca e até pensou em desistir. Porém, depois
de muita conversa o convencemos a ir de qualquer jeito mesmo, pois ninguém
tinha uma roupa parecida com a do John.
Eis que, ao chegar a grande noite, o MC Liga coloca o
potente som para funcionar, tocando as músicas de discoteca, com o público
enchendo o local e formando uma grande festa. Entram os concorrentes e a dança
pega fogo. Era salto pra cá, pulo pra lá, aberturas, etc passos muito
eletrizantes de acordo com a música.
O nosso amigo acima citado chegou “causando”. Vestindo a tal
roupa do John Travolta e dando suas piruetas no ar. Resultado: foi o campeão da
discoteca.
Ganhou uma caixinha de cerveja, tira-gosto (paçoca) e todo
mundo ia lá dar os parabéns pra ele. Tudo corria bem até que deu vontade nele de ir ao
banheiro fazer xixi. O amigo foi na frente e depois, passados uns cincos
minutos, também fui para ver o que estava acontecendo. Fiquei horrorizado com a
cena: tal dançarino estava tentando tirar o “collant” branco que ele havia
emprestado de sua irmã para se vestir que nem o John Travolta. Uma cena
grotesca que vai ficar marcada pelo
resto de nossas vidas. Sem falar nos outros colegas que estavam no mictório.