Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia noite. É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje. Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a poluição. Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício. Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo. Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido. Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho. Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus. Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades. Se as coisas não saíram como planejei posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar. O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser. E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma. Tudo depende só de mim.
Aí vai a dica: antes de fazer uma prova, masque um chiclete.
Só que funciona por pouco tempo, no máximo 20 minutos. Foi assim com 224 estudantes que participaram de uma pesquisa da Universidade St. Lawrence, nos Estados Unidos. Todos passar por testes de memorização. Mas, antes, foram divididos em três grupos: uma turma havia mascado chiclete por cinco minutos antes do início da prova, outros não mascaram, e o restante mascou chiclete durante todo o tempo. Os que mascaram chiclete antes levaram a melhor, lembravam entre 25% e 50% mais palavras do que os outros.
É que mascar chiclete aquece o cérebro, num fenômeno chamado pelos pesquisadores de “excitação induzida pela mastigação”. Quando estamos com chiclete na boca, os batimentos cardíacos e a pressão sanguínea aumentam, aí o cérebro recebe mais sangue. Talvez por isso, com uma dose extra de açúcar (ou seja, com mais energia), os alunos que mascaram chiclete tenham se saído melhor nos testes. Mas quem fez a atividade com o doce na boca não se deu tão bem. Os pesquisadores acreditam que a atividade necessária para mascar o chiclete anula o poder extra que o cérebro acaba de ganhar.
Hoje é dia da Assunção de Nossa Senhora. Aqui em Martinho Campos se comemora o dia de Nossa Senhora da Abadia, padroeira do município. Um momento de fé e alegria para todos aqueles que acreditam em dias melhores e vivem o presente na forma de agradecimento a Deus pela nossa existência.
A festa em si já é uma confraternização enorme e muito esperada pela família martinho-campense e visitantes.
Mas, será que estamos vivendo realmente a assunção de Nossa Senhora? Será que não estamos pensando somente na "barraquinha", nos "shows", no feriado?
A festa é em homenagem à padroeira e não em nossa homenagem! Por isso precisamos, antes dos deleites, rezarmos, agradecermos e participarmos da caminhada da fé para que sempre o poder de Nossa Senhora da Abadia possa nos abrigar e participar junto de nossa jornada terrena.
O abadiaemfoco deseja a todos uma boa festa. E que Nossa Senhora cuide sempre de nossa cidade e de seus cidadãos, preservando a nossa fé e nos guiando para um futuro melhor.
ANTES DA POSSE: O nosso partido cumpre o que promete. Só os tolos podem crer que não lutaremos contra a corrupção. Porque, se há algo certo para nós, é que a honestidade e a transparência são fundamentais. para alcançar os nossos ideais Mostraremos que é uma grande estupidez crer que as máfias continuarão no governo, como sempre. Asseguramos sem dúvida que a justiça social será o alvo da nossa ação. Apesar disso, há idiotas que imaginam que se possa governar com as manchas da velha política. Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que se termine com os marajás e as negociatas. Não permitiremos de nenhum modo que as nossas crianças morram de fome. Cumpriremos os nossos propósitos mesmo que os recursos econômicos do país se esgotem. Exerceremos o poder até que Compreendam que Somos a nova política.
DEPOIS DA POSSE: Basta ler o mesmo texto acima, de baixo para cima, linha a linha.
Sempre que se fala em educação recordo-me da
célebre frase: “Quando se abre uma escola, fecha-se uma prisão”! Não por mera
filosofia, mas o contrário também pode ser uma realidade.
A recente notícia que as Apaes (Associações
de Pais e Amigos dos Excepcionais) podem
ser fechadas caiu como uma bomba no meio educacional de todo país.
A meta 4 do
Plano Nacional de Educação pode fechar, literalmente, as Apaes. Segundo o
texto, até 2016 haverá o congelamento das matrículas nas escolas
especializadas sem fins lucrativos e partir da data as Apaes não receberão mais
recursos do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica),
o que levaria ao fechamento das Associações por falta de financiamento.
Os alunos especiais seriam enviados para escolas regulares.
Acontece, porém que as
escolas regulares, pelo menos a maioria, não estão em condições de receberem
estes educandos. A nossa realidade mostra que as escolas públicas do ensino
regular de Minas Gerais possuem salas com muitos alunos, professores sem cursos
de aperfeiçoamento na área especial e escolas sem acessibilidade, dentre outros
empecilhos que dificultariam a entrada imediata dos alunos portadores de
necessidades especiais nas referidas escolas.
Por necessitarem de um
atendimento diferenciado e, muitas vezes, individualizado, os alunos portadores
de necessidades especiais terão muitas dificuldades no âmbito das escolas
regulares. Hoje nossas casas de ensino, principalmente as públicas, não têm
esse diferencial e muitos governos não possuem projetos concretos de inclusão
maciça desses nossos educandos.
A aprovação desta Lei pelo
Senado (Fechamento das Apaes) é um grande retrocesso educacional, na minha
concepção. Tenho experiência própria com a Apae de Martinho Campos e sei do trabalho
compromissado e sério de seus diretores e funcionários e da competência de seus
professores. Para nós seria uma perda muito grande. Sou totalmente contra.
A Casa de Educação Municipal (SME) de Martinho Campos está de endereço novo. Agora se localiza na Praça Governador Valadares, do lado do consultório da Dra Maria Rita.
Todos os serviços da Secretaria Municipal de Educação agora mais perto do cidadão.
Uma nova atitude da Prefeitura Municipal de Martinho Campos.