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terça-feira, 30 de outubro de 2012

O Pontal pode sumir?

Esta ponte (Martinho Campos /Abaeté) ficará submersa quando da construção da barragem.

Pois é! Apesar de muitos não acreditarem, assim como eu, a Hidrelétrica (diga-se usina, represa, etc) aqui da região realmente pode sair do papel e se tornar realidade. Abrangendo a região de Pompéu, pegando o pontal e vizinhos, a barragem a ser feita irá alagar grande parte de nosso município conforme primeiros esclarecimentos e estudos realizados nas redondezas. 
Isso acontecendo, certamente o Pontal (povoado), ou parte dele será alagado. Muitos perderão seus ranchos, casas, fazendas, plantações, etc.
Claro que é para aumentar o volume de energia para todos nós e evitar apagões; Todavia o estudo tem que ser aprofundado e os fazendeiros terão que ter uma boa indenização, pois muitos perderão terras importantes (como parte da Barra onde se iniciou nossa história).
Vamos cobrar e/ou pedir ao prefeito, junto aos vereadores que acompanhem a CEMIG neste projeto e evitem perdas maiores para o município.
Este post foi feito baseado na notícia enviada por Augusto Castro que leu no Hoje em Dia e resolveu nos mandar a notícia  abaixo:


"Três hidrelétricas estão previstas para entrar em operação em Minas Gerais nos próximos dez anos, segundo o Plano Decenal elaborado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) em parceria com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Juntas, elas somam 427 megawatts (MW) de potência instalada. O investimento pode chegar a R$ 1,3 bilhão, conforme estimativa do coordenador do Grupo de Estudos do Setor Elétrico do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Nivalde José de Castro.
Para chegar ao valor, o especialista utilizou o custo médio brasileiro de R$ 3 milhões por MW instalado. 
As usinas serão erguidas em Resplendor (144 MW), na Região do Rio Doce, em Pompéu (209 MW), na Região Central, e em Davinópolis (GO), na divisa com Minas Gerais (74 MW). 
Os estudos de viabilidade das hidrelétricas foram desenvolvidos por empresas interessadas nos projetos. Mesmo assim, elas terão que participar de licitação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para arrematar as concessões das usinas.
Menor preço
Vence os leilões de usinas quem se propõe a cobrar o menor valor pela energia. Se as companhias responsáveis pelos estudos perdem a disputa, recebem reembolso pelos investimentos.
A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) faz parte dos três projetos. Além dela, no estudo de viabilidade da usina de Pompéu estão presentes a Concremat, a Andrade Gutierrez e a Energias de Portugal (EDP). Em Davinópolis, a Neoenergia divide o projeto com a estatal mineira. 
Como normalmente há necessidade de alagar áreas próximas às usinas, o tamanho dos reservatórios preocupa os prefeitos. "

Arte - hidrelétricas

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