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sábado, 23 de março de 2013

Penas de morte


Ninguém quer morrer, mas um dia vamos.
Os criminosos então, nem se fala! Veja na reportagem abaixo como eram as penas de morte nos tempos já passados.
Bizarro (Conheça as penas de morte mais cruéis do mundo)

"Ser condenado à morte atualmente parece ser “mel na chupeta” perto do que os criminosos enfrentavam séculos atrás.

Embora jamais descobrimos o que significa viver ou morrer, a história mostra que as civilizações sempre tiveram a certeza de que algumas pessoas não merecem existir.

Graças às descobertas da ciência, hoje basta deitar numa cama e aguardar o efeito de uma injeção letal para dizer adeus a este mundo cruel -- embora a cadeira elétrica esteja vigente em alguns estados ou nações. 

E você, já imaginou como gostaria de morrer? Então veja a seguir as punições mais utilizadas por nossos antepassados e agradeça por não ter nascido naquela época.

APEDREJAMENTO
Vigente desde o século II até os dias de hoje em países como o Afeganistão, a Arábia Saudita e o Paquistão, a lei islâmica -- ou Sharia -- não tem a menor compaixão com quem pula a cerca. Ela prevê que tanto homens quanto  mulheres sejam enterrados e apedrejados até a morte. Caso sejam amigados a pena é mais leve: “apenas” 100 chibatadas. 

ESMAGAMENTO POR ELEFANTE
Até o século XIX, no Sudeste Asiático, os réus condenados por crimes militares tinham a cabeça esmagada pelas patas de elefantes. O método paquidérmico aparece em registros feitos pelos viajante inglês Robert Knox durante o século XVII, quando visitou o Sri Lanka (na época chamado de Ceilão).


EMPALAMENTO
Já imaginou ter um bastão de madeira pontiagudo enfiado no ânus até sair pela boca? Pois era assim que os inimigos do Estado eram punidos na Europa e no Oriente Médio durante a Idade Média. Depois de empalada, a vítima ainda era espetada no chão e deixada até morrer.

ESFOLAMENTO
A retirada da pele era um método aplicado àqueles que cometiam crimes religiosos durante o primeiro século depois de Cristo. Michelangelo chegou a retratar a prática num afresco exibido até hoje pela Capela Sistina, no Vaticano.

ESTRIPAÇÃO
Usada na Inquisição espanhola contra a desonra e pecados religiosos, a estripação consistia em arrancar os órgãos internos do condenado, um a um. No Japão, os samurais que não se suicidavam abrindo o próprio abdome com uma espada, prática conhecida como haraquiri, eram mortos desta maneira.

FERVURA
Se você tentasse envenenar alguém, especialmente membros do clero, no século XVI, acabaria virando ensopado. Na Europa, os condenados eram jogados vivos num caldeirão com água ou óleo fervido até a morte -- o que levava até duas horas. 

ESQUARTEJAMENTO
Tendo os braços e pernas amarrados a cavalos ou burros, as pessoas que desafiavam o Estado europeu na Idade Media tinham seus membros arrancados pelo deslocamento. Máquinas de madeira aperfeiçoaram os requintes de crueldade: ao girar uma manivela, os carrascos conseguiam fazer picadinho dos condenados.

RODA DA MORTE
Primeiro os ossos dos réus eram quebrados a marteladas; em seguida os corpos amolecidos eram pregados numa roda pendurada a um posto. A punição contra crimes religiosos era deixar a vítima servir de alimento para as aves de rapina nos dias seguintes.

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