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sábado, 4 de agosto de 2012

Mussum "forévis"


Febre na net o amigo Muça sempre foi alegre e, mesmo depois de morto, ainda faz a gente rir a beça! O abadiaemfoco curte e recomenda a todos.
Quem curtiu a nova onda de memes no Facebook que têm a cara do Mussum estampada em montagens com cartazes de filmes e grupos musicais consagrados ou acompanhou os tweets com a tag do #MussumDay, no último dia 29 de julho, pode até saber que já se passaram 18 anos desde que o humorista "foi para o andar de cima, para deixar o céu mais animado", como disse seu companheiro Renato Aragão, em 1994. Porém, o que muita gente não sabe é que Kid Mumu não pretendia seguir carreira de ator caricato.

Reprodução da internet

Antes de fazer sucesso ao lado de Didi Mocó, Dedé Santana e Zacarias, ele chegou a recusar diversos convites para participar de programas de televisão, dizendo que pintar a cara – um costume dos atores da época – não era coisa de homem. De origem humilde, desde pequeno o bem-humorado Antônio Carlos Bernardes Gomes só queria viver do samba e tocar reco-reco. 
Com a ajuda de amigos do Morro da Cachoeirinha fundou Os Originais do Samba, um grupo que chegou a se apresentar em grandes turnês internacionais e a acompanhar shows de Jair Rodrigues, Elis Regina e Baden Powell. Antes de ganhar seu apelido mais famoso, o então Carlinhos do Morro fez sucessos cantando em Cadê Teresa, Tragédia no fundo do mar, Se gritar pega ladrão e Esperanças perdidas em mais de dez álbuns do grupo.
 
Muça só deixou a banda no final da década de 1970, quando o sucesso das gravações de Os Trapalhões começou a dificultar sua participação na agenda de shows e viagens do conjunto. Mas o Pássaro Negro sempre manteve sua ligação com a indústria musical e até chegou a gravar três discos-solo: Água benta (1978), Descobrimento do Brasil (1980) e Because forever (1986), que fizeram relativo sucesso quando foram lançados.

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